Consumo de café

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Consumo de café

Consumo de café

O consumo de café em doses recomendadas pode ter efeitos benéficos no cérebro.

O consumo diário de café (que contem cafeína) pode ser considerado numa dieta saudável, diversificada e equilibrada, nomeadamente nos idosos. O café é consumido por muitas pessoas em todo o mundo.  Vários estudos mostraram o efeito protector  contra o declínio cognitivo.

Devido ao seu conteúdo em cafeína, o café é reconhecido como um estimulante psicoativo, importante no estado de alerta e vigília, atenção e associado a um bom desempenho cognitivo. Pode ajudar a concentração,  aumentar o bem-estar, melhorar o humor e limitar a depressão.

O consumo de café não é perigoso em doses até: cerca de 200 mg de uma só vez (cerca de 2 chávenas e meia) ou até 400 mg diários (cerca de 5 chávenas de café por dia). (Nehlig A., 2016)

A cafeína pode aumentar a ansiedade em algumas pessoas suscetíveis e, pode mesmo perturbar o sono em algumas pessoas.
O seu consumo não parece estar associado à ocorrência de crises convulsivas.

A cafeína não provoca dependência, mas algumas pessoas podem ter sintomas (exemplo: dores de cabeça, sonolência) quando reduzem a dose ou na ausência de consumo.

A cafeína pode potenciar o efeito de fármacos analgésicos regulares nas cefaleias e enxaqueca. Há pessoas com enxaquecas que beneficiam muito da ingestão de café!

Alguns estudos mostraram associação do consumo de cafeína a longo prazo e prevenção do declínio das faculdades cognitivas. O seu consumo também foi associado a redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas (tais como Doença de Parkinson e Doença de Alzheimer).
Este “efeito protetor” contra o declínio cognitivo e desenvolvimento de demências, parece não ser verificado de igual forma em todos os domínios cognitivos. Alguns estudos mostraram maior beneficio nas mulheres.

O efeito protetor contra o declínio cognitivo a longo prazo foi demonstrado em casos de consumo de café e de chá, ambos contendo substâncias psicoativas (cantinas).

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